projeto nego dito no oi futuro ipanema

Isca de Polícia refaz o roteiro paulista da obra de Itamar em show no Rio
mauro ferreira – blog notas musicais – 20/01/13

isca2Sem preocupações cronológicas ou didáticas, a banda paulista Isca de Polícia celebrou a obra de Itamar Assumpção (1949 – 2003) em série de quatro shows apresentados no Rio de Janeiro (RJ) no projeto Nego Dito – Uma homenagem a Itamar Assumpção.

Idealizado para reverenciar o compositor neste ano de 2013 em que sua precoce saída de cena completa uma década, o ciclo de shows foi apresentado no teatro do Oi Futuro Ipanema neste fim de semana e no anterior. Cantora que está lançando disco inteiramente dedicado ao cancioneiro de Itamar Assumpção, Tudo esclarecido, Zélia Duncan foi a convidada do quarto e último show.  (foto Rodrigo Amaral)

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geniais transgressores

 itaú cultural – revista continuum – outubro 2011

1330219216-366x147A trajetória de artistas que foram contra a corrente. Por meio de sua arte, de fortes tintas transgressoras ou de sua postura diante da vida, eles ajudaram a romper com conceitos ultrapassados, a moldar um novo pensamento que acabou por influenciar as pessoas, por formar seu olhar.

São profissionais que quebraram as convenções de seu tempo, foram desbravadores, pioneiros. Conheça as histórias desses criadores, que ajudaram a mudar comportamentos e a abrir a mente das pessoas para estéticas ousadas. Depois que eles surgiram, no Brasil ou em outros países, a arte nunca mais foi a mesma.

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itamar assumpção

 leandro valquer – revista raça brasil – 05/04/11
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Experimentalista nato, Itamar criou uma estética muito própria e, ao mesmo tempo universal. Afirmava que se alguém quisesse fazer música brasileira nova teria de, necessariamente, beber na música dele e na de Arrigo Barnabé.

Manteve até o fim sua atitude iconoclasta, transbordando sarcasmo, crítica social e, sobretudo, humor, muito humor. Ele dizia: “Sou um revolucionário!”.

Itamar questionava constantemente o conceito suspeito de sucesso que os meios de comunicação andam por aí difundindo em relação à arte efêmera que se consome em massa. “Quando a gente assina um contrato com a gravadora, perde a autonomia da obra e eu não vejo sentido em continuar com esse sistema” ou “Alguns dizem que fazem sucesso, mas eu pergunto: isso é sucesso? Que arte é essa? Meu público não entra nessa, sou fiel ao que acredito e ninguém me tira do meu caminho.”

Itamar Assumpção soube como ninguém temperar sua música com os mais variados gêneros da música negra, sem anular suas impressões digitais e ao mesmo tempo criando uma musicalidade nova, muito própria e regional.

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